No dia mais frio da 30ª Expovil mulheres vão de roupa curta, mas não se dizem “periguetes”

“As mulheres olham torto, mas os homens gostam”, afirma jovem que foi de short no clima frio da Expovil.

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Por
Kellen Melo

Durante a 4ª noite da Expovil até chuva caiu esfriando ainda mais o clima, no entanto, muitas jovens que apareceram no parque de exposições com saias e shorts com as pernas à mostra afirmaram que não sentiam frio.

Popularmente comenta-se que quem não sente frio e abusa de roupas mais sensuais são as famosas “Periguetes”, mas esse ano na Expovil as mulheres decretaram que apenas se sentem bem com a pele a mostra e não se denominam assim.

A jovem Maísa Sabino, 19 anos, se denomina feminista. “Roupa não define caráter, ninguém me criticou nem disse o que devo ou não vestir, eu gosto e visto. Ser periguete vai além da roupa”, afirma.

Janaina Aparecida Alvez Cruz, 19 anos, disse que a mãe critica seu modo de vestir, mas isso é normal. “Apesar de achar que periguete existe, não me considero. Só não senti frio porque a bebida não deixa” conta Janaína.

Já Shirley Costa Alvez, 18 anos, diz que recebe muitas críticas, mas não se importa. “As mulheres olham torto, mas os homens gostam. Ninguém tem nada a ver com a minha vida, pago minhas contas, sou maior de idade”, fala a jovem.

Já alguns homens entrevistados pelo VILHENA NOTÍCIAS afirmam que não ligam se a moça recebe a alcunha de “Periguete”, porque se houver interesse mutuo, isso não fará diferença na hora da paquera. 

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