Senadores de Rondônia votaram a favor do aumento para ministros do STF

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Foto: Reprodução/Rondoniaovivo

A aprovação no Senado, do projeto de lei que aumenta em 16% os salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), de R$ 33.763,00 para R$ 39.293,32, pode gerar um impacto estimado de até R$ 6 bilhões por ano nas contas públicas causado por eventuais reajustes dos servidores da União, graças ao chamado “Efeito Cascata”, segundo estudos técnicos do Senado e das consultorias de orçamento do Congresso.

Aprovado ontem, o projeto foi criticado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) pelo seu impacto nas contas públicas.

 

Votaram pelo aumento

Os três senadores de Rondônia, Acir Gugacz (PDT), Ivo Cassol (PP) e Valdir Raupp (MDB) votaram pela aprovação do projeto que concedeu o aumento. Eles declararam que seguiram “as orientações partidárias para que a chamada pauta bomba fosse aprovada”.

A partir de fevereiro de 2019, apenas Ivo Cassol continuará como representante de Rondônia. Gurgacz tentou a reeleição, mas teve o registro de candidato indeferido e atualmente cumpre pena de 4 anos 6 meses de prisão, por crimes contra o sistema financeiro, em regime semiaberto no presídio da Papuda, em Brasília. O congressista dorme na cadeia e durante o dia trabalha no Senado.

Já Valdir Raupp tentou um novo mandato para senador, porém, não conseguiu se reeleger.

Veja como votou cada senador: 41 votos a favor, 16 contra, 1 abstenção e 20 ausências.

41 a favor:

Acir Gurgacz (PDT-RO)
Aécio Neves (PSDB-MG)
Ângela Portela (PDT-RR)
Antonio Anastasia (PSDB-MG)
Antônio Carlos Valadares (PSB-SE)
Armando Monteiro (PTB-PE)
Ataídes Oliveira (PSDB-TO)
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
Cidinho Santos (PR-MT)
Ciro Nogueira (PP-PI)
Dalírio Beber (PSDB-SC)
Edison Lobão (MDB-MA)
Eduardo Amorim (PSDB-SE)
Eduardo Braga (MDB-AM)
Eduardo Lopes (PRB-RJ)
Fernando Coelho (MDB-PE)
Garibaldi Alves Filho (MDB-RN)
Hélio José (Pros-DF)
Ivo Cassol (PP-RO)
Jorge Viana (PT-AC)
José Agripino (DEM-RN)
José Amauri (Podemos-PI)
José Medeiros (Podemos-MT)
José Serra (PSDB-SP)
Otto Alencar (PSD-BA)
Paulo Bauer (PSDB-SC)
Paulo Rocha (PT-PA)
Raimundo Lira (PSD-PB)
Renan Calheiros (MDB-AL)
Roberto Rocha (PSDB-MA)
Romero Jucá (MDB-RR)
Rose de Freitas (Podemos-ES)
Sérgio Petecão (PSD-AC)
Tasso Jereissati (PSDB-CE)
Telmário Mota (PTB-RR)
Valdir Raupp (MDB-RO)
Vicentinho Alves (PR-TO)
Walter Pinheiro (sem partido-BA)
Wellington Fagundes (PR-MT)
Zezé Perrella (MDB-MG)

16 contra:

Airton Sandoval (MDB-SP)
Cristovam Buarque (PPS-DF)
Fátima Bezerra (PT-RN)
Givago Tenório (PP-AL)
José Pimentel (PT-CE)
Lídice da Mata (PSB-BA)
Lúcia Vânia (PSB-GO)
Maria do Carmo Alves (DEM-SE)
Randolfe Rodrigues (Rede-AP)
Regina Sousa (PT-PI)
Reguffe (sem partido-DF)
Ricardo Ferraço (PSDB-ES)
Roberto Requião (MDB-PR)
Ronaldo Caiado (DEM-GO)
Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)
Wilder Morais (DEM-GO)

1 abstenção:

José Maranhão (MDB-PB)

20 ausentes:

Álvaro Dias (Podemos-PR)
Ana Amélia (PP-RS)
Dário Berger (MDB-SC)
Davi Alcolumbre (DEM-AP)
Eunício Oliveira (MDB-CE)
Fernando Collor (PTC-AL)
Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
Gladson Cameli (PP-AC)
Gleisi Hoffmann (PT-PR)
Humberto Costa (PT-PE)
Jader Barbalho (MDB-PA)
João Alberto Souza (MDB-MA)
João Capiberibe (PSB-AP)
Lasier Martins (PSD-RS)
Lindbergh Farias (PT-RJ)
Magno Malta (PR-ES)
Marta Suplicy (MDB-SP)
Omar Aziz (PSD-AM)
Paulo Paim (PT-RS)
Pedro Chaves (PRB-MS)
Romário (Podemos-RJ)
Ronaldo Caiado (DEM-GO)
Simone Tebet (MDB-MS)
Waldemir Moka (MDB-MS)
Guaracy Silveira (DC-TO)

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