KANITAR OBERST: Fofoqueiros podem evitar ataques e massacres de crianças nas escolas brasileiras

E isso já aconteceu.

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Nos Estados Unidos da América (EUA) a cultura popular é bem diferente da brasileira. Por lá, a máxima de que cada um que cuide da sua vida é quase um lema. Lá as fofocas são lidas e assistidas apenas em relação à vida dos famosos. Os anônimos sempre ficam anônimos por mais que queiram aparecer.

Atualmente, quando o assunto é voltado a realidade dos ataques às escolas que causam massacres, a discrição do povo americano atrapalha na prevenção e descoberta de atiradores.

Mas essa dita discrição vem mudando bastante por lá, após vários ataques o FBI e outras autoridades policias tem registrados diversas denuncias diárias, de possíveis suspeitos.

No Brasil, essa semana um jovem de 21 anos de Ariquemes (ATAQUE A ESCOLA: Jovem é preso com armas após publicar fotos e ameaças a escola de Ariquemes ) foi denunciado à Polícia Civil por postar ameaças a uma escola e seus alunos em grupos de Whats App, além de fazer postagens no Facebook com um capuz e machadinha.

A denuncia levou a sua prisão e a descoberta que o jovem possuía outras armas em sua casa.

Algo que poderia passar incólume para muitos americanos, mas aqui no Brasil se transforma em várias mensagens, comentários, e acaba chegando às autoridades seja por compartilhamento ou por denúncia, aqui sempre haverá alguém para denunciar ou espalhar fatos da vida alheia.

Eu, particularmente, sabia que esse perfil de fofoqueiro do brasileiro seria útil de verdade para alguma coisa, em algum dia. Como nessa situação do rapaz de Ariquemes tivemos a prova de que nesses casos a fofoca é importante e pode ter salvo várias vidas.

Porém, nos demais casos parece que a “profissão” não tem uma utilidade tão viável, a não ser o prazer de passar a adiante.

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