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Deputado diz que Polícia Civil não precisa aceitar ‘‘esmola’’ da Energisa e promete R$ 1 milhão à instituição

Relator da CPI diz que não pode permitir que o órgão de governo seja braço auxiliar da concessionária “constrangendo nossa população”

Foto: Divulgação

O deputado estadual Jair Montes (Avante) elevou o tom da crítica ao comentar a respeito do termo de cooperação formalizado entre a Polícia Civil (PC/RO) e a Energisa.

Montes, relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Energisa, disse, em mensagem distribuída pelo WhatsApp relacionada a vídeo postado logo em seguida, que a PC/RO, a partir de hoje [a mensagem foi enviada ontem], não precisa mais da “esmola” da concessionária.

VEJA A MENSAGEM E O VÍDEO AO FINAL DA MATÉRIA

A “esmola”, no caso, seria o valor de R$ 704 mil entabulado no documento que, segundo o parlamentar, será suspenso pelo Legislativo.

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“[…] enquanto eu for deputado, irei destinar R$ 1 milhão por ano para que a Polícia Civil não seja penalizada”, declarou adiante.

Jair Montes informou também que quem cometer crime de furto de energia terá de pagar pelo seu ato diante de Justiça.

“[…] mas não podemos permitir que o [órgão de] governo seja um braço auxiliar da concessionária de energia elétrica constrangendo nossa população”, asseverou.

A versão da Polícia Civil de Rondônia

Sobre o termo de cooperação, a PC/RO veiculou nota de esclarecimento abordando o assunto. O documento, assinado pelo delegado-geral Samir Fouad Abboud, garante imparcialidade nas ações policiais relacionadas ao furto de Energisa.

 

 

 

 

 

 

Foto: Rondoniadinamica

 

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